O CBP não vê o aluno como um produto
Desde que cheguei à Zona Leste de São Paulo meus filhos passaram por duas outras escolas e nenhuma delas atendeu a nossa expectativa como o Colégio Batista da Penha.
O Colégio não só tem qualidade no ensino, preparando academicamente meus filhos para o mercado de trabalho, mas também algo que nos dias de hoje é de suma importância na formação das futuras gerações: valores morais e éticos pautados em princípios cristãos, levando sempre em consideração a liberdade religiosa e de expressão.
A complementação do ensino com cursos, atividades e os projetos que ao longo do período letivo se tornam parte integrante da formação do aluno é um outro diferencial desta escola.
Um dos pontos positivos do CBP é a proposta participativa onde pais e professores são estimulados a, de forma conjunta, contribuírem no processo de formação integral do aluno e não somente em sala de aula.
O CBP não vê o aluno como um produto, mas como alguém que vive processos de formação e transformação nas suas diversas áreas de sua existência.
Sem dúvida posso afirmar que encontramos “educação escolar cristã com qualidade e seriedade”.
Eu recomendo.

Pr. Marcelo Santos – Pai de Tainá (5º B) e Lucas Santos (2º B); Pastor da Igreja Batista da Graça/SP; Professor da FTBSP; Mestre em Ciência da Religião e escritor.
Educar é humanizar o conhecimento
Recentemente li um artigo publicado em uma revista de grade circulação, cujo título é a antítese deste que agora você lê.
O artigo da escritora Lya Luft expunha uma análise aprofundada acerca do sistema educacional brasileiro e procurava de maneira lacônica registrar os gargalos que impedem grandes avanços educacionais no país.
Nos últimos anos, a educação tem ocupado o centro das discussões na mídia e não é por acaso. Entendo que está cada vez mais claro que desenvolvimento pessoal, profissional e nacional só são possíveis atrelados à educação.
Isto não é mais um slogan, um ditado que se tornou popular nos últimos anos, mais um simples jargão, uma dedução que parece lógica ou mais uma daquelas expressões politicamente corretas. Creio que pensar em desenvolvimento é pensar em educação e vice-versa. Sendo assim, tornou-se uma premissa. Um princípio norteador para se assegurar bons resultados no futuro.
A Educação só se torna uma premissa (aporte para os desenvolvimentos dos quais falamos) à medida que a priorizamos. E priorizá-la, significa entendê-la em suas diversas facetas como item fundamental para o desenvolvimento físico, intelectual e moral dos seres humanos; quando optamos e valorizamos Instituições de Ensino que empregam modernas metodologias e tecnologias no processo de ensino-aprendizagem, sem se descuidarem um instante sequer dos Valores que os educandos portarão no futuro, haja vista que seus pensamentos procederão as suas atitudes.
A prazerosa tarefa de educar transcende a letra pela letra, os números pelos números ou a informação pela informação.
Educar é humanizar o conhecimento.
Ao longo dos nossos trinta anos de existência, buscando a excelência na tarefa de educar, acreditamos estar no caminho certo.

Profº Elias Bernardo de Brito Jr. – Graduado em Estudos Sociais (História e Geografia) na UBC; Graduando em Pedagogia na UNINOVE; Pós-Graduado em Ciências Sociais na Fundação Escola de Sociologia e Política de SP; Mestre em Ciências da Religião na PUC-SP; Professor do Colégio Batista da Penha há 12 anos.











